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segunda-feira, 14 de julho de 2008

João Ricardo - 1975 - Compacto













Trabalho solo de 75, ainda com o traço forte do Secos e Molhados.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

O Peso - 1975 - Em Busca do Tempo Perdido



















Uma das grandes bandas de rock nacional dos anos 70, grande não no tamanho e nem na fama, mas grande na qualidade sonora e na importância histórica do rock nacional setentista, formada em 1974 por Luís Carlos Porto (voz), Gabriel O'Meara (guitarra), Constant Papineau (piano), Carlos Scart (baixo) e Geraldo D'Arbilly (bateria) e algumas participações do baterista Carlos Graça na gravação do disco.

Link postado no blog: Vôo 7177

Luís Carlos Porto - 1983 - Pista de Áudio












A história musical de Luís Carlos Porto começou em 1972, quando ele e seu parceiro Antônio Fernando foram do Ceará para o Rio de Janeiro participar do "VII FIC", com a música "O Pente".

Após essa participação, a dupla se dissolveu, mas Luís Carlos fez vários contatos com músicos da cidade.

Em 1974 voltou para o Rio e formou o grupo de rock "O PESO", no qual atuou como cantor até o final dos anos 70, quando o grupo encerrou as atividades.

No ano de 1983, lançou-se em carreira solo ao gravar pela PolyGram o LP "Luís Carlos Porto" (Písta de áudio), disco produzido por Marcelo Sussekind, guitarrista do Herva Doce.

No ano seguinte, em 1984, retoma as atividades com grupo "O PESO", com o qual se apresentou em diversos shows rememorando seu antigo repertório.

A capa deste disco foi gentilmente cedida por João Aroceno da comunidade do Peso no orkut: http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=253281


quarta-feira, 2 de julho de 2008

O Cetro - 1981 - Um Lugar no Paraíso








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Conforme o prometido...ai está o único disco oficial do Cetro, como os próprios músicos definem, a mixagem "matou" o disco, mas é a referência oficial da Banda.

O CETRO surgiu em 1977 no bairro da Aclimação, São Paulo.
Sua formação inicial contava com CARLOS COLLE na bateria, GRECO na guitarra, MAGRÃO no baixo, e DEL nos vocais, em 1978 ficou completa com a entrada de VASCO na outra guitarra.
A banda fez inúmeras apresentações abrindo shows para o MADE IN BRAZIL e ROCK DA MORTALHA, tocou também com bandas mais conhecidas como IRA (no início da carreira), TUTTI FRUTTI, RATOS DE PORÃO etc...fizeram várias apresentações marcantes, como no projeto "PRAÇA DO ROCK" no parque da Aclimação e na "CONCHA ACÚSTICA" de São Caetano do Sul.
Chegaram a gravar um LP em 1981 que não vingou, segundo seus componentes, a mixagem ficou com a qualidade muito ruim, que adicionado ao desgaste entre os componentes, motivou o término da banda em 1982.
O único dos músicos que segue profissionalmente na carreira é o guitarrista Vasco, que hoje é conhecido como Tiloy D'Aléssio, faz um trabalho de tributo a Joe Satriani e desenvolve seu trabalho próprio, tem mais informações no sítio
http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/tiloy_satriani/, O Greco tem um estúdio de edição e gravação digital, também digitaliza arquivos analógicos, mais informações sobre os trabalhos dele no sítio: www.dvdclip.com.br, os outros componentes tem atividades distanciadas da música, nem por isso deixaram a música de lado e estudam a possibilidade de um retorno do Cetro, estamos na torcida.

Conheça a comunidade do Cetro no orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=13223232


terça-feira, 1 de julho de 2008

Ozzy Osbourne - 1999 - Diary of a Madman




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Para descompactar este arquivo será preciso a senha: soundbox
Link postado no Blog:
rockmetallmp3.persianblog.ir/

The Stooges - 1970 - Fun House








Mais uma banda clássica dos anos 70 e uma das preferidas durante as noitadas de Rock'n'Roll no SBEROC, destaque para as faixas: No Fun e 1969, eram as que a galera esperava ansiosa para "dançar" se contorcendo e retorcendo como se estivessem assistindo ao vivo o show, não existia a facilidade dos projetores de vídeo, tudo era pura imaginação e delírio...o vocal debochado e agressivo de Iggy Pop e a simplicidade rústica deste som não deixavam ninguém parado no salão, foi e ainda é uma referência musical de nossa época.

O Cetro, variadas 79/81








Neste arquivo são só ensaios e gravações em diversos momentos, é um resumo para estudo e arquivo da própria banda "arquivo cedido por Carlos Henrique Colle".
O material é referência para quem quer saber um pouco mais sobre esta excepcional banda do final dos anos 70, "Ladrão de Bagdá" na voz de "Del Satã" é imperdível e nos leva numa viagem até a "Praça do Rock", "Concha Acústica de São Caetano" e tantos outros locais de encontro da galera adolescente dos anos 70.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

MC5 - 1969 - Kick Out The Jams













Este é um dos discos que tocavam no SBEROC, destaque para as faixas: Ramblin' Rose e Kick Out The Jams...a galera ia ao delírio, os freqüentadores assíduos sabem do que estou falando, São Caetano Do Sul...de 76 até + ou- 81.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

O Terço - 1976 - Casa Encantada













Este disco traz muitas recordações boas.
O Renan gostou da letra do "Vôo da Fênix", então ai está...é só baixar e escutar.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Rock da Mortalha




O Embrião do Rock da Mortalha começou em 1968 no bairro do Ipiranga em São Paulo, através da dupla Orlando Lui (Baixo e Vocal) e Marcos Baccas (Guitarra e Vocal) e chamavam-se “Os Bizimbetas”.

Em 1969 mudaram o nome para “Missa Negra”, em paralelo a dupla fazia participações nos grupos de baile.


Em 1969 tocaram com “Os Jades”, em 1970 com o “Apollo 5” e com “Os Beatmans”, no final de 1970 e início de 1971 com os “Slaves Of Drug” e com “Os Belsons”, em 1972 com “Os Flippers” e com “Os Sifu’s”, o último conjunto de baile com quem tocaram.

Em Setembro de 72 Orlando (Landinho) contraiu hepatite e ficou recluso por três meses. Fora visitado diariamente por Marcos e ambos começaram a compor repertório próprio, marcado por um “Hard Rock” cantado em português.

No verão de 1973, Orlando, inspirado em gibis de terror e com uma queda para o mundo místico, sugere o nome da lenda: “Rock da Mortalha”.

Com a adesão do baterista Julinho, surge o trio tupiniquim com o Rock mais pesado da época. Passaram a usar vestes negras, capas de morcego, tarjas e botas de soldado. No repertório os temas eram a eterna luta do “Bem” contra o “Mal”, reencarnação, a busca do conhecimento transcendental e magia.


Em Janeiro de 1975 participam do I Festival de Águas Claras em Iacanga - Bauru - SP, encerraram a noite com uma performance que eletrizou seu primeiro grande público. Nessa noite uma galera argentina registrou-os em fita cassete, foram vistos como o “Black Sabbath Tupiniquim”. Um ledo engano e confortante exagero, pois buscavam uma identidade própria, eram originais e muito diferentes das bandas de Rock Paulista da época.

A partir de então, o nome Rock da Mortalha começa a ecoar pelos quatro cantos o país. Onde tocavam faziam estremecer a cena “Underground” da época. Numa época em que não se cogitava o Black Metal eles já faziam um show com performances macabras. Na abertura dos shows, Orlando escondia a face sob a luz negra e portando um crânio humano iniciava um ritual macabro. Monologava sobre nosso cotidiano infernal enquanto o som tétrico e as nuvens movediças de gelo seco envolviam Lola, um Dantesco bailarino performático. Em seguida, Marcos arrancava “riffs” poderosos da partitura da Morte e o público era abençoado pelo “anjo” do Rock’n’Roll.

No ano de 1977 chegaram a gravar em 4 canais no Estúdio da Pirata, do Aurino (irmão de Eduardo Araújo), mas este trabalho nunca foi lançado. Receberam convites sinistros de empresários e seitas satânicas. Nessa época foram rotulados de fazer um “Rock Putrefato Pesadíssimo”. Houveram fãs e seguidores que se vestiam à caráter, um deles chegou a levar um caixão em um dos concertos. Participaram de programas de TV, vários festivais, tocaram e inúmeros teatros, clubes, salões de bailes e em muitas “bocadas”.

No ano seguinte (1978) a banda chega ao auge, mas numa reviravolta troca de músicos, muda de visual e termina em 16 de Abril de 1978. Mudando o nome para “Xock”, Orlando e Marcos persistem, e na minha opinião, criam o melhor som da banda: Dr. Fausto.

Ao começar a década de 80, depois de alguns contratempos e desentendimentos, mudam de nome para “Crisálida”, mas ai começa outra longa história...

Infelizmente, Marcos e Orlando faleceram há pouco tempo. Seu primeiro baterista, o Julinho, perambula por ai (dizem que é um morador de rua na Vila Liviero), como um fantasma bêbado atormentado pela própria lenda. Lola, o dançarino performático, está em Campinas, vive com na casa com os pais, lá ele é conhecido como Lótus Rock.

Última formação em 1979: Orlando Lui (Baixo e Vocal), Marcos Baccas (Guitarra e Vocal), Marco Carvalhanas (Bateria), Participação Especial de Lola (Dançarino).

(Extraído do texto de Raymundo Raine publicado no sítio:
"A BARATA" em memória de Orlando Lui (Landinho), falecido em 23 de Dezembro de 2003. Adaptado e atualizado por Ricardo Macedo)
















Esta gravação é somente uma homenagem a esta Revolucionária banda que estava muito além do seu tempo, a qualidade não é o mais importante e sim o registro histórico deste material, é um ensaio gravado sem grandes recursos.

Contém as musicas:

1. Esquisofrenex
2. O que aconteceu
3. Seja Aqui no céu, onde for
4. Satânico estripador
5. Mundo velho
6. Agonia e dor


terça-feira, 13 de maio de 2008

Legião Urbana - 1997 - Uma outra estação




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As últimas da lista do Cris.
Link postado no Blog: Magrelus Blog

Legião Urbana - 1996 - A Tempestade - O livro dos dias




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As últimas da lista do Cris.

Link postado no Blog: Magrelus Blog

Zeca Baleiro - 2002 - PetShop Mundo Cão






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Tá chegando no final da "listinha" do Cris.
Link postado no Blog: Pirata da Web

Os Mutantes - 1968 - "Os Mutantes"






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Continuação dos pedidos do Cris.

As Faixas deste disco:
  1. "Panis Et Circenis" (Gilberto Gil, Caetano Veloso) – 3:37
  2. "A Minha Menina" (Jorge Ben)– 4:41
  3. "O Relogio" (Os Mutantes) – 3:29
  4. "Adeus Maria Fulo" (Sivuca, Teixeira) – 3:04
  5. "Baby" (Veloso) – 3:00
  6. "Senhor F" (Os Mutantes) – 2:33
  7. "Bat Macumba" (Gil, Veloso) – 3:09
  8. "Le Premier Bonheur Du Jour" (Gerald, Renard) – 3:35
  9. "Trem Fantasma" (Os Mutantes, Veloso) – 3:15
  10. "Tempo No Tempo" (Os Mutantes, Phillips) – 1:47
  11. "Ave Genghis Khan" (Os Mutantes) – 3:46

Link postado no Blog: Som Barato

Edson Natale e Alex Braga - 1982 - Sol de Inverno






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Mais um dos pedidos do Cris.
Link postado no Blog: Regálame Esta Noche

A Arca de Noé - 1981 - Vl.2





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Mais uma da enoooorrme lista de pedidos do Cris.
Link postado no Blog: Um Que Tenha

Tom Jobim Lounge - 2004 - Coletânia





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Mais uma dos pedidos do Cris.
Link postado no Blog: Disponível AKI

Nirvana - 1993 - Acústico MTV - Unplugged in New York





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Mais um pedido do Cris.
Link postado no Blog: Leão The Blogger

Max de Castro - 2000 - Samba Raro





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Este não foi pedido do Cris, é um brinde.
Link postado no Blog: Samba Groove

Max de Castro - 2005 - "Max de Castro"





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Mais um dos seus pedidos Cris.
Link postado no Blog: Samba Groove